segunda-feira, 5 de novembro de 2007

Sem mais - que muito mau humorada - para o momento

Tive um feriado do mortos bacanérrimo. Boas companhias, boas conversas, praia – sem Sol infelizmente - e tal’s. Mas HOJE estou com um tremendo mau humor.
O meu mau humor, contrariando o que tenha dito, tem causa, motivo, razão e circunstância. Tudo muito válido.
O que me irritou – extremamente, diga-se de passagem - foi ficar “passando vontade” entende?
Tem coisas que eu não consigo entender - ou entendo tudo errado ainda não sei, em minha cabeça fica com um grande nó e eu acabo me irritando. Definitivamente já passei de idade de ficar esperando “certas coisas” acontecerem, e nem sempre me sinto suficientemente segura para fazê-las acontecer. E novamente fiz a vez da “mulherzinha” que fica esperando com toda a classe. Contudo, convém esclarecer que eu não nasci para esperar que não me cabe o papel de “mulherzinha”...
Sabe àquela frase: “Quem sabe – o que quer – faz a hora não espera acontecer”? Pois é, falo disso.

Passada a crise da “cara amarrada”, re-concluo que momentos devem ser vividos no momento – redundante mesmo -, e se não foram é como se diz: “perdeu, perdeu”. Não dá pra voltar atrás, nem adianta se lamentar, chorar, ter “pit de mulherzinha” ou fazer qualquer outra coisa “looser” que se possa pensar nestas ocasiões. Talvez desencanar, como havia “prometido”, hummm ainda não, tenho gás pra mais um pouco - mas bem pouco.
Aguardemos as encenações dos próximos momentos... E enquanto isso sejamos felizes :D

Notas e instruções do Post para bons e maus entendedores:

1) “Mulherzinha” refere-se, no meu vulgo “vocabulário das aspas grandes”, ao repugnante estereotipo da boa moça, padrão observado pela massa na novela das seis ou da reprise da tarde.
As mocinhas de hoje não são educadas pra dar nisso com a graça dos sutiãs queimados em 1969 nas ruas de Paris. Com estes atos simbólicos e antiecológicos, que marcaram a “liberação feminina”, podemos justificar de maneira clichê e convincente como ousamos ser mais liberadinhas, inteligentinhas, e até “mais macho que muito homem”.
Contudo todas somos “mulherzinhas” em potencial, e são elas que tem os tais pit’s, que choram quando não se deve e tantas outras coisas piegas que só as MULHERES sabem fazer;


2) Onde está escrito hora leia-se: momento - isto é palavra chave ao bom entendedor;


3) Se não entendeu fica sem entender, esquece, apaga, e não faça perguntas, OK?


4) Se entendeu também as não faça, no máximo comente, pois afinal de contas este blog é um espaço democrático.

Um comentário:

Vivis disse...

Pra bom entendedor, meia palvra basta!